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Champagne Choque

Champagne Choque

Primeira visita à Feira do Livro

Ontem fui à Feira do Livro. Cheguei à hora de almoço, porque saí de um curso que estou a fazer ao sábado de manhã lá perto e, por isso, almocei por lá. Claramente uma má ideia porque podemos poupar nos livros, mas gastamos os olhos da cara para comer. É tudo caríssimo. Fui ao autocarro das pizzas, ao pé do Marquês, tinham um menú mais barato do que os restantes quiosques ali à volta, mas as pizzas não eram nada de especial, assim como os sumos de fruta do quiosque na zona laranja. E não é esquisitice minha, estava com amigos que acharam o mesmo. Conselho: vão já almoçados ou jantados, ou se quiserem comer lá, levem de casa.

 

Quando cheguei ainda se conseguia andar bem pelos corredores. A meio da tarde estava o caos de gente. Também estava muitoooo calor o que não ajudava à minha paciência para aturar pessoas a colarem-se a mim para ver os livros. Mas uma pessoa já vai mentalmente preparada para a confusão, por isso, aturou-se. 

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FullSizeRender (7).jpgVi bons descontos em muitas bancas do corredor da esquerda (de quem sobe)  mas também vi muitos preços pouco atraentes. Fiquei desiludida com algumas editoras da Leya, que estão no corredor da direita, lá em cima. Tinham livros com descontos de 2 e 3 euros que não fazem assim tanta diferença do preço normal. Estava à espera de mais. Por outro lado, vi livros nas bancas dos alfarrabistas em muito bom estado e a preços óptimos. Não comprei nenhum, mas fiquei com alguns debaixo de olho. 

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Ainda devo lá ir mais uma ou duas vezes. Quero passar lá um dia desta semana à noite, para a Hora H das 22h às 23h em que há bons descontos em grande parte das editoras. A Leya, por exemplo, vai ter descontos até 50% em todos os livros cuja edição tenha mais de 18 meses. Vale a pena. 

 

No final de contas, comprei três livros. Dois deles eram livros do dia, por isso estavam com 50% de desconto e ainda trouxe um clássico que queria há muito tempo, numa edição da Civilização Editora que está mesmo bonita e que consegui por 4,80 euros.

 

No final da Feira faço um post com todos os livros que comprei e uma estimativa de quanto gastei e quanto poupei. E vocês, já lá foram?

 

As legendas e os clichés

Se há coisa que hoje em dia é original, são as legendas das fotografias de facebook e instagram. Ninguém imita ninguém, não há frases feitas nem clichés já gastos com tanto uso. Por isso, se quiserem mesmo, mesmo, mesmo, ser originais no que partilham nas redes sociais, é abrir a câmera fotográfica do telemóvel e seguir estes passos:

 

Fotografia dos sapatos vista de cima, com a legenda "Hoje é assim". 

Fotografia dos lábios com o novo batom, com a legenda "Hoje é assim".

Fotografia a mostrar o outfit por inteiro, com a legenda "Hoje é assim".

Fotografia tirada em agosto, posta a meio de janeiro, com a legenda "volta verão :("

Fotografia do painel do carro a mostrar a temperatura alta (só se for acima dos 30º) com a legenda "está fresquinho". 

Fotografia do painel do carro a mostrar a temperatura baixa com a legenda "está um calor estranho".

Fotografia tirada no espelho do ginásio, seguida de "Por hoje é tudo", #operaçãoverão.

Fotografia com a amiga aniversariante: "amo-teeee bitch", seguida de #forever.

Fotografia de uma paisagem bonita tirada quando foram visitar os avós à terra, com a legenda "love portugal" #beautiful #vidanocampo #inspiração.

Fotografia de papéis espalhados na secretária, caneta e óculos estrategicamente pousados na mesa, com a legenda "working hard", seguido de #nuncamaiséfimdesemana.

Fotografia das unhas pintadas de amarelo: "cor de verããão"

Fotografia de uma imperial na esplanada, acompanhada de "Isto é que é vida", #venhaapróxima.

Fotografia dos joelhos/pernas na praia, quais salsinhas oleadas, com a legenda "Love summeeer".

Fotografia à beira-rio, com a ponte 25 de abril ao fundo, com a legenda "Love Lisboaaa" (tem mais eficácia se trocarem o 'love' pela imagem de um coração)

Fotografia a uma pulseira de hospital, com a legenda "que dia...", #sómefaltavaesta

Fotografia do almoço: "São servidos?", #nhamiiiii

Fotografia numa loja da moda, a dizer "quero tudoooo", #inlove

Fotografia na auto-estrada, em que só se vê o alcatrão e o carro da frente, com a legenda "a caminho". 

Fotografia com "o meu escritório de hoje", quando saem em trabalho para algum sítio ao ar livre.

Fotografia do marisco - ou caracóis - que estão a comer com a legenda #summeriscoming

Fotografia do chinelo no pé, com a legenda #itssummeeeer

Fotografia com as amigas num sábado à noite, mesmo que duas delas sejam só conhecidas, com a legenda "girls night", #friends #sógatas

Fotografia do pôr do sol, mesmo que seja atrás de um armazén manhoso, com a legenda "so beautiful", #mothernature.

 

Se puserem só emojis também serve. Há que viver na loucura. 

 

LIFESTYLE | Uma semana boa para...

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Despedirmo-nos de maio e darmos as boas-vindas a junho, um mês tão bom e com tantas coisas boas. 

 

Ir à Feira do Livro, em Lisboa, que começa 5ª feira, dia 28, e estende-se até 14 de Junho. (yeeeeiiii)

 

Dar um pulinho ao Summer Market da Stylista este fim de semana, no Estoril.

 

Experimentar esta salada de melancia, que tem um ar tão fresquinho, para combater este calor. 

 

Conhecer este projeto de Fotografia tão giro, em Nova Iorque.

 

 Ouvir esta música e ver o vídeo acabadinhos de sair do forno, de uma pessoa que gosto muito. 

 

Ver quais os 10 grandes ícones femininos dos últimos 100 anos, um por década. 

 

Fazer este bolo de côco que tem tão bom aspecto.

 

Conhecer os podres de Hollywood, segundo Orson Welles. 

 

Rir com este vídeo.

 

 

No meio disto tudo ainda se arranja tempo para ir à praia durante o fim de semana ou a uma esplanada ao fim da tarde, que os dias têm estado óptimos e é tão bom. Bom resto de semana. 

 

SÉRIES | Revenge

Revenge acabou. Ohhhhhhh. Fico sempre com uma sensação de vazio quando uma série que sigo desde o início acaba. Vi hoje o último episódio, que foi para o ar há duas semanas, e gostei muito do final. Surpreendente, sem ser previsível, fiel ao que a série foi. Aviso-vos que há spoilers pelo meio do texto, devidamente indentificados para passarem por cima se quiserem. 

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Comecei a ver porque toda a gente falava na série, na altura em que estreou, em 2011. Diziam que era baseada no Conde de Monte Cristo, livro que nunca li, portanto não foi isso que me puxou. Chamou-me a atenção a Emily VanCamp, protagonista, que já conhecia de outras séries e a história. A vingança de Amanda Clarke contra as pessoas que destruiram a vida do seu pai, quando ela ainda era criança. Muda o nome para Emily Thorne quando, aos 18 anos, sai de um centro de detenção juvenil. Recebe a herança do pai e uma caixa com todos os detalhes sobre as pessoas envolvidas na prisão e morte dele. Regressa aos Hamptons para se vingar e é aí que começa a acção. Chega com um plano bem traçado. O alvo era Daniel Grayson, filho do casal que destruiu o seu pai. Fez com que Daniel se apaixonasse por ela e começassem a namorar, uma forma de se aproximar dos rivais. Mas a mãe dele, Victoria Grayson, não lhe facilita a vida e acaba por ser a maior inimiga da Emily até ao fim. No meio disto, vai tentando dividir o coração pelo Daniel e pelo Jack, amor de infância. 

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Acompanhei a série desde o primeiro episódio, porque era diferente das séries que via na altura e gosto de protagonistas femininas fortes. E apesar de existir aquele cliché da heroína contra os vilões, é engraçado ver a evolução das personagens e perceber como vão mudando consoante os acontecimentos. E quando achamos que sabemos o que vai acontecer, trocam-nos as voltas. Foi isso que gostei em todas as temporadas. Apesar de achar que a segunda foi mais fraca. Por isso, comecei a ver a terceira sem grandes expectativas, mas aquilo aqueceu e acabou por me prender de novo. Sem contar que teve o melhor "season finale" da série toda. (SPOILER ALERT) A Victoria é internada num manicómio, contra a sua vontade, ao mesmo tempo que descobre que a Emily Thorne é, na verdade, a Amanda Clarke, o Conrad Grayson é morto e o David Clarke aparece vivo. 

revenge1.jpg13 - Engagement - 20ª episódio da 2ª temporada

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A quarta temporada foi, na minha opinião, a melhor. Secalhar é a influência de estar a escrever isto quase imediatamente depois de ter visto o último episódio. Assumo. Mas não houve momentos mortos, episódios menos bons. E acaba como devia acabar. Não gosto de séries que se arrastam anos e acabam quando já ninguém vê, sem glória nenhuma. Revenge acabou quando estava por cima, acabou no tempo certo.

 

A ABC decidiu cancelar a série e isso soube-se poucas semanas antes de terminar a temporada. O que é coisinha para me enervar. Porquê é que não anunciam logo no ínicio que a temporada vai ser a última, para termos tempo de nos habiturarmos à ideia e para os autores terem tempo de terminar a história como deve ser? Tive medo que a série ficasse em aberto, como acontece a tantas outras que são canceladas de repente. E por isso demorei a ver os últimos três episódios. Estava com medo do que ia encontrar. 

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revenge.jpgMas acho que os fãs não se podem queixar. Passei os últimos últimos 20 minutos do último episódio a chorar. Não sou muito chorona no dia-a-dia, mas com filmes e séries sou uma torneira aberta. Chorei, mas acabou como eu queria e, portanto, aqueceu-me o coração. (SPOILER ALERT) Apesar do final que já se esperava para o David Clarke, gosto que tenham dado um propósito ao futuro do Nolan como ele desejava. Quanto ao Jack e à Emily, torcia por eles desde o início. Quando gosto de alguma coisa, vivo-a intensamente e isso tanto dá para coisas reais, como para séries, neste caso. Só estou mais chateada porque agora vou deixar de ver o Nick Wechsler todas as semanas. 

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Agora que terminei esta posso começar a ver uma nova. É que eu tenho o problema de ver quinze ao mesmo tempo. E proíbo-me de começar a ver séries novas até acabar uma das que estou a ver. Este ano já fiz batota e antes de acabarem as temporadas comecei a ver "The Affair". Agora que acabou Revenge, já tenho uma escolhida: True Detective.  

 

Sobre o Champagne Choque

Sabem quando se cria um blog e depois, consoante o crescimento e sucesso da coisa, se abre uma página de fãs no Facebook? Pois que aqui ser do contra é uma virtude e aconteceu tudo ao contrário. Em 2011 criei uma página no facebook à qual dei um nome esquisito. O Champagne Choque nasceu aí, a 25 de maio de 2011. Na altura já devorava sites de imagens, ainda longe de conhecer o Pinterest, e guardava-as, às centenas, em pastas no computador. Até que um dia achei que era um desperdício tê-las ali fechadas e achei que mereciam ser partilhadas com o mundo. Então decidi criar uma página no facebook, inspirada por uma ou duas do género que já existiam, onde pudesse ir publicando imagens para os meus amigos. Organizava-as por temas: cores, estações do ano, áreas de que gostava, como música, humor, comida, séries, quotes, etc. 

 

A página foi crescendo e, sem eu saber bem como, chegou aos 10 mil fãs/seguidores, o que quiserem chamar. Pode parecer pouco no meio de páginas que têm milhões, mas para mim, que comecei isto por brincadeira, chegar a tanta gente apenas porque partilhava imagens de que gostava, foi mesmo inesperado. E sem ter gasto um cêntimo, que na altura não havia cá estas coisas de pagar os posts para chegarem a mais pessoas - o facebook está feito um chulo. 

 

Nessa altura, em 2011, pensei criar um blog também, mas desisti da ideia. Tinha começado a trabalhar, tinha pouco tempo e pouca paciência. Achei que a página por si dava resposta ao que me apetecia partilhar na altura. Mas sempre li e acompanhei vários blogues. Alguns porque simpatizava com o autor, outros porque me faziam rir ou falavam de temas interessantes. Muitos não me enchiam as medidas. Sentia que, às vezes, na abordagem a certos assuntos ficava sempre muito por dizer.

 

Então chegámos a Fevereiro de 2015, quando criei este blog. Nunca teve um tema definido porque isso seria ignorar tantos outros de que também gosto. Então, basicamente, isto é uma salada de coisas boas. Com doses certas de opiniões, humor, ironia, inspiração para falar de filmes, séries, livros, atualidade, lifestyle, receitas, curiosidades, desafios e muito mais. Desengane-se quem, pelo nome, acha que só se fala de cenas de miúdas e barbies e batons e pompons. Não podem estar mais enganados. 

 

E porquê o nome "Champagne Choque"? É uma pergunta não vai ter uma resposta espetacular como esperam. Não me lembro bem como cheguei lá. Sei que enquanto pensava num nome engraçado para a página de facebook queria que chamasse a atenção e ficasse no ouvido. E acho que, nesse ponto, consegui. Sei que o nome surgiu de repente e nem pensei mais. Ficou este, mesmo sem fazer muito sentido na altura. 

 

Por isso, obrigado a quem está cá desde o início, a quem foi chegando, a quem veio cá dar por acaso e a quem passa só de vez em quando. Se houver um de vocês que goste de passar aqui todos os dias para ver se há algo de novo e que tira uns minutos do dia para ler o que escrevo, já vale a pena. Espero que continuem a gostar de aqui estar. Eu gosto de vos ter por aqui. 

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Coisas que valem a pena neste blogue

Hoje este bebé faz três meses. Acho que isto merece um "Sobre" como deve ser e uma explicação de como é que nasceu o blog, como surgiu o nome, de onde vimos, para onde vamos e essas questões existenciais importantes na vida de uma pessoa e de um blog. Isso fica para mais logo.

Por enquanto deixo-vos um apanhado de algumas das coisas que foram escritas por aqui e que vale a pena verem/lerem, se ainda não viram/leram. Isto para começar a semana em bom. 

 

FILMES

6 filmes para ver ao domingo à tarde

5 filmes para ver num sábado à noite e não adormecer

5 filmes para ver a meio da semana

5 filmes que comemoram 20 anos em 2015

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Eu também tenho considerações a fazer sobre os Globos

A Luciana Abreu está no mundo encantado das Barbies.

A Cláudia Vieira deixou o bom gosto todo em Cannes. (mas o cabelo veio em bom)

O blush da Raquel Strada explodiu-lhe nas bochechas. 

A Bárbara Guimarães está sóbria. 

A Rita Andrade não consegue. O quê? Tudo. 

O Zé Castelo Branco já não sabe o que fazer para chamar a atenção. Desta vez foi de muletas. 

 

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