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Champagne Choque

Champagne Choque

Os melhores de 2015

Ainda posso? Ainda dá para falar dos melhores de 2015? Pronto, então aqui vai. 

 

LIVROS

O livro que mais me marcou este ano foi, sem dúvida, "Mataram a Cotovia" (To Kill a Mockingbird), de Harper Lee. 5 estrelas. Daria mais, quantas mais houvessem. "Contos", de Oscar Wilde foi também uma das melhores leituras do ano. Os outros três (um de fantasia, um português e um de não-ficção) também marcaram as minhas leituras e, por razões diferentes, entram nesta lista.

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FILMES

Melhor filme de 2015 é o "The Revenant", apesar de o ter visto já em 2016. Se falarmos dos filmes de 2015 vistos durante 2015, talvez seja o "The Martian". Mas se generalizarmos para os melhores filmes que vi em 2015, lançados em anos anteriores, o pódio vai para "Midnight in Paris" (2011), "Wolf of Wall Street" (2013) e "Saving Mr. Banks" (2013). Filmes brutais, com enredos fortes e tocantes que me encheram as medidas. 

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SÉRIES

Três séries que comecei a ver este ano e viciei:

- "How to get away with murder" (2014) - não consegui largar até ver tudo.

- "The Affair" (2014) - é esquisitinha, mas adoro o facto de os episódios serem divididos e termos a visão masculina e feminina em separado.

- "Empire" (2015) - Não acho que seja uma obra-prima das tv shows americanas e às vezes é um bocado forçada, mas adoro a Cookie e isso disfarça um bocadinho as falhas.

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Das séries que já via, dei continuação a mais uma dúzia delas e, como não consegui escolher A melhor, decidi destacar três momentos que me marcaram:

  • O final de Revenge - aiiii o que eu chorei
  • A maldade que a Shonda fez ao Derek em Grey's Anatomy
  • Saber FINALMENTE quem é a "A" em Pretty Little Liars

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MÚSICAS

Esta é capaz de ser a categoria mais difícil. Porque oiço muita coisa de estilos diferentes e estou constantemente a ouvir músicas mais antigas que são as minhas preferidas. Mas se tivesse que escolher músicas que me marcaram (sejam ou não de 2015) e porque representam diferentes momentos do ano:

Adele - Hello

Chet Faker - Talk is cheap

Fetty Wap - Trap Queen 

 

YOUTUBE

2015 foi também o ano em que explorei, como deve ser, todo um mundo cibernético que existe para além das portas do youtube e em que conheci grande parte dos canais que hoje sigo fielmente. A destacar:

Um canal literário: Tatiana Feltrin (Brasil)

Um canal cómico/coisas da vida: Kéfera (Brasil)

Lifestyle: Zoella (UK) e Flávia Calina (Brasil)

 

 

Desafios literários para 2016

2015 foi um bom ano de leituras. A maioria dos livros que li gostei muito. Li autores que nunca tinha lido. Voltei aos contos e à poesia. Mas não sou pessoa de ler todos os dias. Não leio por obrigação, leio só quando me apetece e às vezes o que me apetece é ver um filme ou uns episódios de uma série. E vejo MUITAS séries, o que dificulta a gestão de tempo. Não me imponho grandes metas, mas gosto de desafios e para 2016 tenho uns quantos. 

 

Desafios literários para 2016

 

Tenho, desde Junho (mês do meu aniversário) um desafio literário para o meu ano com 28. São 28 livros para ler até final de Junho de 2016. Ainda não li metade da lista, portanto espera-se um primeiro semestre cheio de leituras para completar o desafio. 

 

Dentro dos livros que quero ler em 2016, há 12 que vão ser escolhidos por temas. É o "Desafio dos 12 livros segundo os meses do ano".

 

Depois do 2015 Reading Challenge (que não completei na totalidade...shame on me), o 2016 Reading Challenge já está escolhido. 

 

Também decidi ler todos os romances da Jane Austen. Li "Orgulho e Preconceito" há muitos anos, era ainda uma adolescente romântica e sonhadora a desejar um Mr. Darcy só para mim. É um dos meus livros preferidos, mas nunca mais voltei a ler Austen, não sei bem porquê. É em 2016 que isso vai mudar. 

  1. Sensibilidade e bom senso (1811)
  2. Orgulho e Preconceito (1813) 
  3. Mansfield Park (1814)
  4. Ema (1815) 
  5. A abadia de Northanger (1817) 
  6. Persuação (1817)

 

Em 2016 vou ler mais um livro de Ken Follett, pelo menos Conheci-o em 2014. Voltei a ler um livro dele em 2015. Nenhum dos dois me encheu as medidas. Eram obras de início da carreira. A ver se é em 2016 que ele me arrebata. Jorge Amado, Agatha Christie e, a mais recente sensação do mundo literário, Elena Ferrante, são outros nomes que quero muito que façam parte do meu ano. Assim como continuar a ler as Crónicas de Gelo e Fogo, que comecei em 2015. 

 

E é isto. Como estão os vossos projetos literários para 2016? Metas, desafios? Contem-me. Ou deixem o link do post aqui nos comentários para ir ver. :)

 

O Mulder e a Scully voltaram!

Turururururuuuuuuuuuuuuuuu... Tan tan tan tan! Tururururuuuuuuuuuuuuuuuuu...

 

Aposto que não conseguem ouvir a música dos "Ficheiros Secretos" sem ficarem com um nervoso miudinho ou sem olharem para os lados a ver se não há nenhum extraterrestre sentado no vosso sofá. A mim, não sei se me dá vontade de ir descobrir todos os misterios da humanidade ou se me faz voltar a acreditar em monstros debaixo da cama, aos 28 anos. 

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É uma série de culto que marcou os anos 90. E volta agora, 14 anos depois, para nos baralhar mais um bocadinho as ideias quanto às milhentas teorias da conspiração que existem à volta do mundo extraterrestre. 

 

A série esteve no ar entre 1993 e 2002. Não era propriamente uma série para crianças e, por isso, não acompanhei assiduamente. Mas lembro-me de ver alguma coisa. Os meus pais viam e deixavam-me ver algumas partes de episódios mais leves. Por isso, sempre tive no imaginário o Mulder e a Scully a resolverem problemas com aliens. Era assim que eu via a coisa. E, para mim, os extraterrestres eram coisas fofinhas, por causa do filme "E.T.", e então eles eram os meus heróis. 

 

Quando soube que iam fazer uma nova temporada fiquei curiosa, a pensar onde é que eles iam pegar. Passa-se no presente, 14 anos depois de terem deixado de trabalhar juntos. Voltam a encontrar-se por força das circunstâncias e com novas informações. Isto para não dar spoilers. 

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Já vi o primeiro episódio. Como era muito nova quando estavam no ar os episódios antigos não consigo comparar o "antes e depois" de forma justa. Até porque nestes anos todos a própria técnica, efeitos e etc de quem faz séries mudou e é injusto comparar imagens do início da década de 90 com o que se faz hoje em dia. Mas falando do conteúdo... Se é uma série com um conteúdo espetacular? Não é. Se há factos que são ali postos de forma um bocado forçada? Muito. Se vive do saudosismo de quem era fã na altura? Provavelmente. E é isso que a torna o que é. Não tem pretensões de ser a melhor série do ano, mas sim trazer duas personagens de culto e uma história que nos envolve em teorias da conspiração. Vou esperar pelos próximo episódios, já ouvi dizer que a partir do segundo é que a coisa mexe como deve ser. 

 

Achei a Scully um pouco plastificada na cara (não era preciso queridinha, tu és muita gira) e mais loira. 

Quanto ao Mulder... Gostava de saber se sou a única que cada vez que que o vê em acção está à espera que ele desate a agarrar tudo o que é do sexo feminino ao melhor estilo do Hank Moody? 

 

É desta, Leo!

Vi ontem o "The Revenant". Ia com expectativas altas. Muito altas. Qualquer filme em que o DiCaprio seja protagonista fica automaticamente no topo da minha lista de filmes a ver. Não por ser quem é, mas porque se tornou num actor do caraças! Cada papel é melhor que o anterior. E este...é o papel da vida dele. Pelo menos até ao próximo. Mas será difícil superar toda a técnica e talento que deu a este filme. É desta que levas o Óscar, Leo! Que interpertação intensa, incrível, brutal!

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São três horas de ansiedade e desconforto que valem muito a pena. Depois de tudo o que ouvi e li sobre este filme, não me desiludiu em nada. Nem dei pelo tempo passar. É um filme violento? Sim. Mas nada que quem esteja habituado às mortes constantes na Guerra dos Tronos não esteja habituado. Não acho que seja daquelas filmes para ver apenas uma vez na vida como disse, por exemplo, o Nuno Markl. Não o vou rever num futuro próximo, mas sei que o quero voltar a ver. É uma obra-prima que merece ser vista segunda vez para se analisarem pormenores que possam ter escapado à primeira, por estar tão ansiosa em saber o que vai acontecer a seguir. 

 

As expressões, os olhares, o esforço e tudo o que o DiCaprio passou durante as gravações ainda lhe dão mais valor. “Tive de entrar e sair de rios gelados, dormir em carcaças de animais e comer fígado” disse, em entrevistas. Não quis duplos. Passou frio. Comeu carne crua. Tudo o que sentimos no filme como nojo, repulsa, medo...é fruto da entrega dele. Fucking DiCaprio!

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Tem 12 nomeações para os Óscares. A Fotografia do filme está maravilhosa. A caracterização também. Tom Hardy como actor secundário está excelente. Se Iñarritu ganha Melhor Realizador não sei...levava para casa a estatueta dois anos seguidos (o ano passado com Birdman). Mas tem todo o mérito com este filme, criou uma masterpiece. Ainda não vi todos os filmes  nomeados para melhores dos Óscares, de forma a ser justa. Mas por mim era este o Melhor Filme. É esperar pouco mais de um mês para saber. 

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E para quem não sabe... O enredo situa-se em 1822 e centra-se na vida de Hugh Glass, um jovem que parte para o noroeste americano para ganhar a vida a caçar. Atacado por um urso, o protagonista é gravemente ferido e abandonado pelo seu companheiro de jornada, John Fitzgerald (Tom Hardy). Apesar da sua vida estar em risco, Glass sobrevive contra tudo e todos e inicia um processo de vingança.

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