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Champagne Choque

Champagne Choque

10 Razões para ver Stranger Things

Eu sei que já toda a gente falou da série, que já muita gente partilhou imagens e opiniões, mas eu ainda não o tinha feito e, como foi das séries que mais me marcou nos últimos tempos, tinha que falar nela. Caso sejam pessoas que, tal como eu, vibram com estas novidades que trazem uma lufada de ar fresco às histórias de médicos, advogados e políticos que andam por aí, apostem nesta série que não vão sair desiludidos.

 

Vi a primeira temporada em dois dias, em Setembro. Só não vi num dia apenas porque...vá, vida a acontecer fora de quatro paredes. A primeira temporada tem oito episódios e tudo junto faz pouco menos de oito horas intensas colada ao ecrã. Há muito tempo que uma série não me entusiasmava tanto...ao ponto de ter que ver tudo até ao fim por não aguentar não saber o que se passa a seguir. Por isso, partilho 10 razões para cima de espetaculares que mostram que Stranger Things vale muito a pena.

 

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1. Passa-se nos anos 80. Para quem é 80's lover, o tipo de ambiente, as roupas, a forma como

os miúdos vivem e brincam com bicicletas e jogos de tabuleiro, são um delírio completo. 

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2. A Eleven. Têm de conhecer a Eleven. Uma miúda com poderes especiais que é incrível e

de quem é impossível não ficarem fãs (e não quererem ser amigos dela).

A interpretação brutal da Millie Bobby Brown vale mesmo a pena.

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3. O mistério que envolve toda a temporada. Queremos saber o que aconteceu ao Will.

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4. A banda sonora brutal, com músicas da época.

(isto dito por uma pessoa que tem sempre o rádio do carro sintonizado na m80) 

 

5. Ver que a Winona Ryder afinal consegue ser boa actriz.

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6. A referência a filmes de culto dos Anos 80, como E.T, Stand by me, Os Goonies, entre outros.

(O vídeo está super completo)

 

 

7. Descobrir o que é aquela coisa viscosa nojenta.

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8. A amizade entre os miúdos é a coisa mais querida. Vai derreter-vos o coração. 

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9. A cena das luzes de Natal: o significado, o que representa, a parte visual da coisa. É incrível. 

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10. É Ficção Científica (misturada com mistério, romance e acção). Querem melhor?

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Friendship Goals...e de como a Shonda continua a mexer com o nosso coração

 

Depois da morte do Derek, parece que a Meredith não tem descanso. Quer dizer...teve durante uns tempos. Acabou a 11ª temporada tranquila e começou a 12ª temporada mais animadinha. Ora, que vamos de férias de Dezembro a final de Fevereiro (os famosos intervalos que as séries fazem nos States a meio das temporadas) e voltamos a bombar com tudo! Já sabemos que a Shonda tem a mania de mexer com o nosso sistema nervoso quando menos esperamos, mas ainda assim apanha-nos sempre desprevenidas...sacana da mulher! 

 

Ora estava eu, descansadinha da vida, a preparar-me para ver o regresso da temporada (já um pouco esquecida do que se passava no Grey Sloan Memorial Hospital) antes de ir dormir, à espera de uma coisinha assim-assim e logo nos primeiros minutos pimbas...cortam-nos a respiração!!! Lá se foi o sono, lá se foi o descanso, foi-se tudo até ao último minuto do episódio. Se já viram o episódio 9 da 12ª temporada (o regresso da mid season) sabem do que estou a falar.

 

Com o coração na boca lá me acalmo, caem-me umas lagrimazinhas pelo meio (clássico!) e derreto com a amizade do Karev pela Meredith. Se não é a coisa maaaaais querida! Quero um Karev só para mim!

 

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O que é que as novas imagens da Guerra dos Tronos nos dizem sobre a 6ª temporada

A sexta temporada de "A Guerra dos Tronos" estreia a 24 de Abril, nos EUA, mas a HBO já anda a mexer com a nossa cabeça há vários meses. Vão nos dando informações a conta-gotas. Um trailerzinho ranhoso aqui, umas imagenzinhas ali e pouco mais. Partilharam agora vinte fotografias para aguçar a curiosidade, que nos deixam mais ou menos na mesma. 

 

Então o que ficamos a saber?

 

Que o Bran Stark, ao que parece, passou 75 anos numa gruta e voltou já um homenzinho feito.

(eu sei, eu sei que saltaram a história dele uma temporada e que a criança cresce, mas acho mal)

got1.jpgQue a Arya vai continuar num mundo à parte de Westeros a dar-nos a maior seca da vida nestas cenas. 

got2.jpgQue, diferente do que está nos livros (como a maior parte da série já), a Myrcella morreu mesmo (?). 

got3.jpgQue estes dois agora vão ser BFF's Forever. Ela vai perdá-lo, ele apaixona-se, casam-se, mas não podem ter filhos por motivos óbvios e viveram felizes para sempre. 

got4.jpgQue a Brienne vai continuar a ser completamente inútil, personagem que não desenvolve, 

e manter esta cara de sou-muito-forte-só-que-não.

got5.jpgQue a família Greyjoy vai voltar à carga. Se for para fazer a mesma m**** de antes,

mais valia estar quietinha. 

 

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Conclusão: valha-nos o Tyrion com o seu vinho e o seu humor.  

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Mais imagens aqui

 

How To Get Away With Murder volta hoje...amén!

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A série que mais me viciou nos últimos tempos. Que me fez não conseguir dormir por querer ver "só mais um episódio". Que me fez estar ansiosamente à espera do seu regresso a sofrer com esta ausência. 

 

How To Get Away With Murder volta hoje e a única parte má é que é só um episódio por semana! Se não sabem do que estou a falar, desmarquem tudo o que têm para fazer logo à noite, agarrem numa manta, sentem-se confortavelmente no sofá e mandem-se de cabeça para a história da advogada Annalise Keating e dos seus cinco alunos que vos vai fazer ficarem colados ao ecrã até verem todos os episódios disponíveis. 

 

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Os melhores de 2015

Ainda posso? Ainda dá para falar dos melhores de 2015? Pronto, então aqui vai. 

 

LIVROS

O livro que mais me marcou este ano foi, sem dúvida, "Mataram a Cotovia" (To Kill a Mockingbird), de Harper Lee. 5 estrelas. Daria mais, quantas mais houvessem. "Contos", de Oscar Wilde foi também uma das melhores leituras do ano. Os outros três (um de fantasia, um português e um de não-ficção) também marcaram as minhas leituras e, por razões diferentes, entram nesta lista.

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FILMES

Melhor filme de 2015 é o "The Revenant", apesar de o ter visto já em 2016. Se falarmos dos filmes de 2015 vistos durante 2015, talvez seja o "The Martian". Mas se generalizarmos para os melhores filmes que vi em 2015, lançados em anos anteriores, o pódio vai para "Midnight in Paris" (2011), "Wolf of Wall Street" (2013) e "Saving Mr. Banks" (2013). Filmes brutais, com enredos fortes e tocantes que me encheram as medidas. 

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SÉRIES

Três séries que comecei a ver este ano e viciei:

- "How to get away with murder" (2014) - não consegui largar até ver tudo.

- "The Affair" (2014) - é esquisitinha, mas adoro o facto de os episódios serem divididos e termos a visão masculina e feminina em separado.

- "Empire" (2015) - Não acho que seja uma obra-prima das tv shows americanas e às vezes é um bocado forçada, mas adoro a Cookie e isso disfarça um bocadinho as falhas.

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Das séries que já via, dei continuação a mais uma dúzia delas e, como não consegui escolher A melhor, decidi destacar três momentos que me marcaram:

  • O final de Revenge - aiiii o que eu chorei
  • A maldade que a Shonda fez ao Derek em Grey's Anatomy
  • Saber FINALMENTE quem é a "A" em Pretty Little Liars

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MÚSICAS

Esta é capaz de ser a categoria mais difícil. Porque oiço muita coisa de estilos diferentes e estou constantemente a ouvir músicas mais antigas que são as minhas preferidas. Mas se tivesse que escolher músicas que me marcaram (sejam ou não de 2015) e porque representam diferentes momentos do ano:

Adele - Hello

Chet Faker - Talk is cheap

Fetty Wap - Trap Queen 

 

YOUTUBE

2015 foi também o ano em que explorei, como deve ser, todo um mundo cibernético que existe para além das portas do youtube e em que conheci grande parte dos canais que hoje sigo fielmente. A destacar:

Um canal literário: Tatiana Feltrin (Brasil)

Um canal cómico/coisas da vida: Kéfera (Brasil)

Lifestyle: Zoella (UK) e Flávia Calina (Brasil)

 

 

O Mulder e a Scully voltaram!

Turururururuuuuuuuuuuuuuuu... Tan tan tan tan! Tururururuuuuuuuuuuuuuuuuu...

 

Aposto que não conseguem ouvir a música dos "Ficheiros Secretos" sem ficarem com um nervoso miudinho ou sem olharem para os lados a ver se não há nenhum extraterrestre sentado no vosso sofá. A mim, não sei se me dá vontade de ir descobrir todos os misterios da humanidade ou se me faz voltar a acreditar em monstros debaixo da cama, aos 28 anos. 

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É uma série de culto que marcou os anos 90. E volta agora, 14 anos depois, para nos baralhar mais um bocadinho as ideias quanto às milhentas teorias da conspiração que existem à volta do mundo extraterrestre. 

 

A série esteve no ar entre 1993 e 2002. Não era propriamente uma série para crianças e, por isso, não acompanhei assiduamente. Mas lembro-me de ver alguma coisa. Os meus pais viam e deixavam-me ver algumas partes de episódios mais leves. Por isso, sempre tive no imaginário o Mulder e a Scully a resolverem problemas com aliens. Era assim que eu via a coisa. E, para mim, os extraterrestres eram coisas fofinhas, por causa do filme "E.T.", e então eles eram os meus heróis. 

 

Quando soube que iam fazer uma nova temporada fiquei curiosa, a pensar onde é que eles iam pegar. Passa-se no presente, 14 anos depois de terem deixado de trabalhar juntos. Voltam a encontrar-se por força das circunstâncias e com novas informações. Isto para não dar spoilers. 

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Já vi o primeiro episódio. Como era muito nova quando estavam no ar os episódios antigos não consigo comparar o "antes e depois" de forma justa. Até porque nestes anos todos a própria técnica, efeitos e etc de quem faz séries mudou e é injusto comparar imagens do início da década de 90 com o que se faz hoje em dia. Mas falando do conteúdo... Se é uma série com um conteúdo espetacular? Não é. Se há factos que são ali postos de forma um bocado forçada? Muito. Se vive do saudosismo de quem era fã na altura? Provavelmente. E é isso que a torna o que é. Não tem pretensões de ser a melhor série do ano, mas sim trazer duas personagens de culto e uma história que nos envolve em teorias da conspiração. Vou esperar pelos próximo episódios, já ouvi dizer que a partir do segundo é que a coisa mexe como deve ser. 

 

Achei a Scully um pouco plastificada na cara (não era preciso queridinha, tu és muita gira) e mais loira. 

Quanto ao Mulder... Gostava de saber se sou a única que cada vez que que o vê em acção está à espera que ele desate a agarrar tudo o que é do sexo feminino ao melhor estilo do Hank Moody? 

 

Friends...12 anos depois!

É a notícia do ano!!! E o ano ainda agora começou. Eles vão reunir-se. Os meus, os vossos, os amigos de toda a gente. 12 anos depois. Abandonaram-nos em 2004. Voltam em 2016 para um episódio especial. Um reencontro entre a Rachel, o Joey, a Monica, o Chandler, a Phoebe e o Ross para mexer com os coraçõezinhos dos fãs todos. Vamos levantar as mãos aos céus por terem conseguido acertar agendas.  

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Há muuuuito que era esperado o regresso deles. Sempre disseram que seria díficil, que não o iriam fazer mas afinal.... Ainda não se sabe muito mais, só que vai ser na mesma sala onde gravavam na época e que vai ter duas horas. A previsão é que vá ao ar dia 21 de fevereiro. É uma das minhas séries preferidas da vida e vou estar ansiosamente à espera a cantar I'll be theeeere for youuuuuuuu!

 

Do que precisamos para ficar viciados numa série?

Bem, depende de cada pessoa, depende do tipo de série, depende de vários fatores, na verdade. Vi esta notícia sobre um estudo feito pela Netflix na primeira metade do ano. Claro que os números são uma média e podemos ou não concordar. Não vi todas as séries de que eles falam e das que vi, em muitas não faço parte da média que eles apresentaram. Mas isso fez-me pensar do que preciso realmente para ficar viciada numa série.

 

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 E cheguei a uma lista de 7 itens:

1. Ter em conta a opinião favorável de um amigo que sei que tem os gostos parecidos com os meus. 

2. Não ter sido cancelada ao fim da primeira temporada (perco logo o interesse).

3. Ter um episódio piloto que abra o apetite, que nos deixe curiosos sobre o que poderá vir a acontecer, mas sem dar informações a mais. Aqueles que vão logo com muita sede ao pote, normalmente dá mau resultado e comigo tem o efeito contrário. 

4. Ter atores de que gosto muito. 

5. Se for uma série de comédia ter piadas que efetivamente tenham piada e não sejam só clichés já gastos. 

6. Se for uma série dramática que tenha um argumento original e que não seja mais do mesmo. 

7. Ter personagens cativantes, bem interpretadas e credíveis. 

 

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Alguns exemplos apresentados no estudo:

Breaking Bad - Diz que bastam dois episódios. Confesso-vos que foram precisamente esses que vi, não percebi logo toda a excitação com a série, pensei "depois vejo os outros" e entretanto já se passaram dois anos. Quero ver a série, porque sei que vou gostar, mas não me conquistou logo nos dois primeiros episódios. 

Gossip Girl - Três episódios é o suficiente para viciar. Não me lembro ao certo em que momento a história me prendeu, mas sei que vi as primeiras temporadas todas de seguida, portanto comigo resultou. 

House of Cards - Também são três os episódios que bastam para que alguém não largue mais a série. Acho que aqui também me encaixo na média, apesar de não ser uma série que não consiga largar. Vou vendo aos poucos (ainda não acabei a terceira temporada e já saiu no início do ano).

How I Met Your Mother - Diz que o Ted e companhia só convenceram os espectadores ao fim de oito episódios. Aqui a média não funciona comigo. Acho que ao fim de dois ou três fiquei fã e apesar de andarem a engonhar nas últimas duas temporadas, fui das únicas pessoas a gostar do final. 

Orange is the new black - Tornou-se numa das minhas séries preferidas. Mas não sei se foi com três episódios como refere o estudo. Sou capaz de ter ficado fã a meio da primeira temporada, ao fim de uns 6 episódios, talvez. 

Scandal - Dois episódios, dizem eles. Pois para mim foram esses mesmos dois episódios que me fizeram riscá-la da minha lista de séries. Não gostei. Não vi mais. 

 

Outras séries:

Game of Thrones - Agarrou-me logo no primeiro episódio. Vi as três primeiras temporadas de seguida (as que tinham saído na altura) sem parar. 

The Newsroom - A mesma coisa. Fã ao primeiro episódio. 

Revenge - Lembro-me que foram precisos só dois episódios para me conquistar. A última temporada acabou com o meu coração.

Girls - Gostei desde o episódio piloto. Well done, Lena Dunham.

The Affair - A primeira temporada tem dez episódios. Acho que me viciou a meio, quando começamos a decifrar toda a história que envolve o casal. A segunda temporada começou agora, coisinha para me deixar feliz. 

True Detective - Tinha opiniões muito boas a respeito. Vários amigos que adoravam a série, muita gente a dizer que era muito boa. Vi o primeiro episódio. "Vê-se", pensei. Mas não vi motivo para todo aquele buzz à volta da série. Vi o segundo episódio. Aborrecido. Vi o terceiro. Estive para desistir da série. Até que um amigo disse "a partir do quarto é que vai ser". E eu, já descrente, fiz um último esforço. E ainda bem. É só no quarto episódio que começamos a juntar as peças. Daí até ao final da primeira temporada foi sempre a andar. A segunda temporada trouxe a Rachel McAdams, o Vince Vaughn e o Colin Farrell e, por eles, agarrei-a também com unhas e dentes. 

 

Podia ficar aqui a falar de mais 543 séries, mas secalhar depois ninguém lia isto. 

 

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