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Champagne Choque

Champagne Choque

As 10 melhores séries de sempre

Gostos não se discutem mas a verdade é que há séries que agradam a gregos e troianos, que são ou foram um sucesso, que marcam uma época e são lembradas mesmo passados muitos anos do último episódio ter sido emitido. A revista Hollywood Reporter publicou a lista com as melhores 100 séries televisivas de sempre. E basearam-se em quê? Numa entrevista feita a mais de 2800 atores, produtores e realizadores, de forma anónima, para perceber quais as séries que mais fãs têm na história da televisão.

 

Em primeiríssimo lugar, com a medalha de ouro ao pescoço, está uma das minhas preferidas também, que é nem mais nem menos que...

 

(...som de tambores...)

 

FRIENDS!!! Quem é que não viu Friends?!? Eu sou daquelas fãs do coração. Adoro todos os personagens (com o coração a bater mais forte pela Rachel, Phoebe e Chandler), queria ser amiga deles queria viver com eles, queria ter a vida deles, só para terem noção do grau de fanatismo. #friendsforever

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Mas vamos ao que interessa. Ponham a música de fundo dos óscares a tocar, sentem-se mais direitos nas cadeiras e aguentem os corações.

 

O TOP 10 é:

 

1. Friends

2. Breaking Bad

3. Ficheiros Secretos

4. A Guerra dos Tronos

5. Seinfeld

6. Os Sopranos

7. Saturday Night Live

8. I Love Lucy

9. Mad Men

10. Os Simpsons

 

Concordam? 

Destas dez acompanhei cinco. E tenho três falhas graves: Breaking Bad (que vou ver ainda este ano, senão os meus amigos excluem-me do grupo), Mad Men e Os Sopranos. Via Ficheiros Secretos quando era miúda e num misto de medo e fascínio adorava, ainda que percebesse pouca coisa. A Guerra dos Tronos nem é preciso dizer nada. VICIADA. Seinfeld e Simpsons são dois clássicos que vão ficar sempre na história da televisão.

 

Se quiserem ver a lista toda podem fazê-lo aqui. Recordei séries que já não me lembrava que tinha visto, séries antigas que também marcaram épocas como Ally McBeal, Family Ties, All in the family, Six Feet Under, ER, Buffy a caçadora de vampiros. E conheci outras de que nunca tinha ouvi falar. 

 

 

Quem os viu e quem os vê #2

aqui tinha mostrado um "quem os viu e quem os vê". Hoje é um especial Game of Thrones. Porquê? Porque sim.

 

Todos conhecemos o Tyrion (Peter Dinklage), uma das minhas personagens preferidas, nos seus trajes de época, barba por fazer, irónico e corajoso q.b. Antes de ir para Westeros andou metido com aquela família disfuncional, liderada por um cirurgião plástico prosmíscuo e a sua mulher/ex-mulher depressiva. Estás muito melhor na Idade Média, querido Tyrion. 

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Já a Cersei (Lena Headey), ao que parece, não gosta do século XXI e mandam-na sempre para trás do sol posto. Em 2006 andava perdida lá no meio da luta entre os espartanos e os persas. Muda a cor de cabelo, mantém a postura i'm the boss. Loira ou morena, she rocks. 

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O Jaime (Nikolaj Coster-Waldau - etááá nomezinho esquisito) sempre foi uma besta com as mulheres, desde que namorava com a Cameron Diaz e andava metido com mais duas ao mesmo tempo no filme "Não há duas sem três" (bem giro, por sinal). Mas depois uma pessoa vê-o lá com a sua espada e o seu sorrisinho malandro e esquece tudo. 

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A fofinha da Margaery (Natalie Dormer) andou metida com super heróis antes de se meter no meio dos Lannisters. Má escolha, querida Margaery. 

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SÉRIES | Younger

Comecei a ver Younger. Ando emocionalmente exausta das séries dramáticas da minha vida. Ou morre o Derek, ou morre o Jon Snow, ou morre o David Clarke, ou morre a Elena Gilbert... ahhhhh! Parem de matar personagens que eu gosto!!!!! Vi The Affair há uns meses e, apesar de não morrer ninguém, é uma série pesada. Comecei agora a ver True Detective que também não é de ser ver de ânimo leve. Retomei House of Cards que é o que é. E as minhas séries cómicas estão todas de férias. Precisava de uma coisa assim levezinha, que não me ocupasse mais de 20 minutos de cada vez (agora só fazem episódios com uma hora!) nem me fizesse pensar ou sofrer muito. 

younger_cast.jpgComecei a ouvir falar de Younger em alguns blogues e meios de comunicação. Até porque é do mesmo produtor de "O Sexo e a Cidade". Já sabia que era sobre uma mulher com 40 anos que se divorcia, perde a casa nos subúrbios onde vivia e quer arranjar um trabalho. Mas ao que parece é "muito velha" para trabalhar, então começa a mentir na idade, e diz ao mundo que tem 26. Arranja emprego, vai viver com uma amiga enquanto a filha está a estudar na Índia e é daqui que partimos. Super cliché? Sim, é. O que não a torna uma série espetacular, nem memorável. Mas entretém e serve como uma lufada ar fresco entre as outras séries todas que ando a ver. Apesar de viver de todos os lugares-comuns das comédias românticas.

 

Ainda só vi três episódios e eis os clichés todos que já apanhei na vida da Liza (a personagem principal):

- O marido é um anormal.

- O marido trocou-a por uma mulher mais nova. 

- A mudança de 40 para 26 é soltar o cabelo, por maquilhagem e vestir botas de cano alto.

- Tem 40 anos e não sabe mexer em redes sociais.

- Arranja uma chefe cabra.

- A chefe cabra só consegue encontrar dates online.

- É a Liza que escreve o que ela responde nos sites de encontros.

- É a Liza que começa a ter ideias boas no trabalho que safam a chefe.

- Faz imediatamente amizade com uma miúda no trabalho, com quem tem diálogos onde entram toooodos os clichés de miúdas de 20 a falar de mulheres de 40.

- Conhece um rapaz de 26 num bar. Giro. Que a trata muito bem. Mas ela tem medo de arriscar. Diz-lhe que não quer nada com ele. Depois tem um date com um homem de 40. E afinal o puto é que é bom. Então vai atrás dele para lhe espetar um beijo. Juro que só faltou a chuva e estavamos perante uma comédia romântica dos anos 80. 

 

Observações:

Ela não parece ter 26 anos nem aqui nem na China. (não adoram esta expressão?) Dá para ver a 300 metros de distância que é bem mais velha. Nem sequer é daquelas atrizes a quem damos menos vinte anos, tipo a Cameron Diaz. 

 

A propósito da cena da Cersei Lannister nua

Vi a cena em que lhe cortavam o cabelo e pensei logo que estava ali uma dupla a mostrar o corpinho e só nas cenas em que lhe faziam planos apertados da cara é que era ela. Fiquei convencidíssima disso. É normal, muitos atores e atrizes têm duplos para cenas de ação ou de nudez. Nada de estranho. Até porque se percebia que o corpo e a pele não eram de uma mulher de 30 e muitos ou 40. Depois, durante a cena da caminhada - que btw durou SEIS minutos - fiquei indecisa. Estava muito bem feita. Mas agora tive a confirmação que não era mesmo o corpo dela, que houve mesmo uma dupla. A razão: a atriz está grávida na vida real. Para todos aqueles que ficaram em êxtase porque viram a Lena Headey nua...afinal não era ela. 

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Notícia daqui

 

Oh my GoT

Vi ontem à noite, antes de dormir, o último episódio da quinta temporada de Game of Thrones. Péssima ideia. E conseguir dormir depois? Tive que ir à net ler coisas para ver se aquilo era mesmo verdade, se acabava mesmo assim, se não havia volta a dar, se nos livros é diferente. Foi um episódio de ajustes de contas. Vários. Uns que gostei muito, outros que me revoltaram. A sério que acabou assim? Ainda estou a pensar nisso. 

Vocês já viram? Partilham a minha dor? Contem-me tudo, vamos ser solidários neste momento difícil. 

O regresso das séries passadas

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Notícia aqui.  

 

O quê? Então mas o Michael Scofield não tinha ido desta para melhor? Não estava tudo resolvido? O que é que vão inventar agora? 

 

Anda aí o boato que o Prison Break (transmitida entre 2005 e 2009) vai voltar em formato de mini-série, com 12 episódios, seis anos depois de se ter despedido do pequeno ecrã. Eu, como boa viciada que era - nas primeiras duas temporadas, depois esticaram a corda - fiquei de boca aberta. 

 

Já andava nervosa com o regresso dos Ficheiros Secretos que terminou há 13 anos e que vai ter uma nova temporada de 6 episódios com o Mulder e a Scully, e agora isto. Uma pessoa assim não aguenta. Acha que as histórias já tiveram fim, que os personagens já ficaram quietinhos lá atrás e agora desenterram-nos para me mexerem com o coração - e com os horários, porque já não tenho tempo para ver as séries que estão agora no ar, quanto mais... Não se faz. 

 

Se é para isso mandem mais 10 temporadas de Friends, mais 5 de How I Met Your Mother, ressuscitem The Newsroom e Donas de Casa Desesperadas, Gossip Girl e Mr. Bean. Agradecida. 

 

SÉRIES | Revenge

Revenge acabou. Ohhhhhhh. Fico sempre com uma sensação de vazio quando uma série que sigo desde o início acaba. Vi hoje o último episódio, que foi para o ar há duas semanas, e gostei muito do final. Surpreendente, sem ser previsível, fiel ao que a série foi. Aviso-vos que há spoilers pelo meio do texto, devidamente indentificados para passarem por cima se quiserem. 

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Comecei a ver porque toda a gente falava na série, na altura em que estreou, em 2011. Diziam que era baseada no Conde de Monte Cristo, livro que nunca li, portanto não foi isso que me puxou. Chamou-me a atenção a Emily VanCamp, protagonista, que já conhecia de outras séries e a história. A vingança de Amanda Clarke contra as pessoas que destruiram a vida do seu pai, quando ela ainda era criança. Muda o nome para Emily Thorne quando, aos 18 anos, sai de um centro de detenção juvenil. Recebe a herança do pai e uma caixa com todos os detalhes sobre as pessoas envolvidas na prisão e morte dele. Regressa aos Hamptons para se vingar e é aí que começa a acção. Chega com um plano bem traçado. O alvo era Daniel Grayson, filho do casal que destruiu o seu pai. Fez com que Daniel se apaixonasse por ela e começassem a namorar, uma forma de se aproximar dos rivais. Mas a mãe dele, Victoria Grayson, não lhe facilita a vida e acaba por ser a maior inimiga da Emily até ao fim. No meio disto, vai tentando dividir o coração pelo Daniel e pelo Jack, amor de infância. 

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Acompanhei a série desde o primeiro episódio, porque era diferente das séries que via na altura e gosto de protagonistas femininas fortes. E apesar de existir aquele cliché da heroína contra os vilões, é engraçado ver a evolução das personagens e perceber como vão mudando consoante os acontecimentos. E quando achamos que sabemos o que vai acontecer, trocam-nos as voltas. Foi isso que gostei em todas as temporadas. Apesar de achar que a segunda foi mais fraca. Por isso, comecei a ver a terceira sem grandes expectativas, mas aquilo aqueceu e acabou por me prender de novo. Sem contar que teve o melhor "season finale" da série toda. (SPOILER ALERT) A Victoria é internada num manicómio, contra a sua vontade, ao mesmo tempo que descobre que a Emily Thorne é, na verdade, a Amanda Clarke, o Conrad Grayson é morto e o David Clarke aparece vivo. 

revenge1.jpg13 - Engagement - 20ª episódio da 2ª temporada

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A quarta temporada foi, na minha opinião, a melhor. Secalhar é a influência de estar a escrever isto quase imediatamente depois de ter visto o último episódio. Assumo. Mas não houve momentos mortos, episódios menos bons. E acaba como devia acabar. Não gosto de séries que se arrastam anos e acabam quando já ninguém vê, sem glória nenhuma. Revenge acabou quando estava por cima, acabou no tempo certo.

 

A ABC decidiu cancelar a série e isso soube-se poucas semanas antes de terminar a temporada. O que é coisinha para me enervar. Porquê é que não anunciam logo no ínicio que a temporada vai ser a última, para termos tempo de nos habiturarmos à ideia e para os autores terem tempo de terminar a história como deve ser? Tive medo que a série ficasse em aberto, como acontece a tantas outras que são canceladas de repente. E por isso demorei a ver os últimos três episódios. Estava com medo do que ia encontrar. 

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revenge.jpgMas acho que os fãs não se podem queixar. Passei os últimos últimos 20 minutos do último episódio a chorar. Não sou muito chorona no dia-a-dia, mas com filmes e séries sou uma torneira aberta. Chorei, mas acabou como eu queria e, portanto, aqueceu-me o coração. (SPOILER ALERT) Apesar do final que já se esperava para o David Clarke, gosto que tenham dado um propósito ao futuro do Nolan como ele desejava. Quanto ao Jack e à Emily, torcia por eles desde o início. Quando gosto de alguma coisa, vivo-a intensamente e isso tanto dá para coisas reais, como para séries, neste caso. Só estou mais chateada porque agora vou deixar de ver o Nick Wechsler todas as semanas. 

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Agora que terminei esta posso começar a ver uma nova. É que eu tenho o problema de ver quinze ao mesmo tempo. E proíbo-me de começar a ver séries novas até acabar uma das que estou a ver. Este ano já fiz batota e antes de acabarem as temporadas comecei a ver "The Affair". Agora que acabou Revenge, já tenho uma escolhida: True Detective.