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Champagne Choque

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Os 25 anos de Pretty Woman que não era para ser Pretty Woman

Fez ontem 25 anos!!! O filme que definitivamente lançou a Julia Roberts para o estrelato, com 22 anos, e fez do Richard Gere, com 40, um dos maiores sex symbol de Hollywood. Pretty Woman marcou, sem dúvida, uma geração! Quem nunca quis ser uma prostituta em Hollywood que um dia é escolhida por um ricaço jeitoso para ser o amor da sua vida? Pois, ninguém. Mas ainda assim, é um clássico das comédias românticas. É a história da Cinderela mas numa versão mais hardcore.

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 (Uma moeda a quem se lembrar que música é que a Vivian estava a ouvir na banheira)

 

 Para assinalar a data, a Vogue americana decidiu partilhar 15 factos (quase) desconhecidos sobre o filme. E eu, claro, partilho aqui convosco, que vai-se a ver e há muita gente que não percebe inglês e eu não quero que vos falte nada. Então:

 

1. Não é o corpo da Julia Roberts no cartaz do filme. Say whaaat? É verdade. É tudo obra do Photoshop. Ao que parece aquele corpo esguio e pernas que nunca mais acabam pertencem a Shelley Michelle, dupla do corpo de Julia no filme. Que chiqueza. Sinto que me enganaram a vida toda.

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2.  O vestido com que "Vivian" foi à opera esteve a um passinho de não ser este vermelho que ficou na nossa memória ad eternum. A estilista Marilyn Vance disse à revista Elle, em 2010, que o estúdio queria um vestido preto. Acabou por criar três versões e só depois de fotografarem Julia com todos e de fazerem mil e uma provas é que os produtores ficaram convencidos que red was the best choice

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3. A namoradinha da América estava super nervosa durante as cenas de amor. Tanto que ficou com uma veia na testa tão visível que o realizador e o próprio Richard Gere tiverem que lhe dar umas massagens até passar. Espeeeerta!

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4. A Ferrari e a Porsche rejeitaram a proposta de ter os seus carros no filme. Ao que parece nenhuma das duas marcas quis estar associada a um filme que falava de prostituição. Caso para dizer "Big mistake. Big. Huge." (tal e qual Vivian diz na cena em que volta à loja onde foi maltratada). Acabou por ser a Lotus Cars UK a agarrar a oportunidade e não lhe podia ter corrido melhor: a empresa triplicou as vendas entre 1990 e 1991. Pimbas!

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5 . A cena em que "Edward" fecha a caixa de jóias e entala a mão de "Vivian", que a faz dar uma valente gargalhada, foi fruto de improviso. E a reação de Julia foi tão natural e genuína que os produtores do filme decidiram incluir essa mesma cena no filme. 

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6. É mesmo Richard Gere que está a tocar piano no filme e, ao que parece, foi ele que compôs a música que tocou.  

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7. Pretty Woman não era o nome original do filme. A primeira versão chamava-se $3.000, numa referência ao valor pago por "Edward" a "Vivian" para ser sua acompanhante. Mas o guião original era tão negro que decidiram reescrevê-lo tal como o conhecemos hoje em dia. A própria Julia Roberts chegou a dizer que "era muito depressivo, uma história sobre duas pessoas horríveis, em que a minha personagem era viciada em drogas".

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8. Não era para ser Julia Roberts a protagonizar o filme!!!! (Como assim?!) O papel de Vivian Ward foi originalmente oferecido à atriz Molly Ringwald, que mais tarde afirmou: "Penso ter visto um primeiro guião chamado $3,000, mas não me lembro especificamente de o ter recusado. O guião era aceitável, mas tenho que dizer que a Julia Roberts é que faz o filme. O papel é dela". Nós também achamos, Molly. E há quem diga que Meg Ryan e Michelle Pfeiffer foram também convidadas antes de Julia.

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9. Também não era para ter sido Richard Gere a dar vida a Edward Lewis. O papel foi oferecido primeiro a ... txan txan txan txan ... Al Pacino. Mas ele mandou-os dar uma volta. Depois do sucesso de "O Padrinho", recusou imensos papeis, incluindo em filmes como Apocalypse Now and Die Hard.

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10. A ópera a que "Edward" levou "Vivian" era a La Traviata, de Verdi, que conta precisamente a estória de uma cortesã parisience que se apaixona por um homem rico. 

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11. Afinal foi Garry Marshall a fazer rir Julia Roberts na cena em que supostamente ela está a ver um episódio de I Love Lucy. O realizador fez-lhe cócegas nos pés. Tá boa...

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12 . Richard Gere disse mais tarde que Pretty Woman foi o papel que menos gostou de fazer porque era uma "silly romantic comedy". Grande estúpido. Nunca fui grande fã dele e agora comprovo a minha antipatia. 

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13. O famoso colar que "Edward" oferece a "Vivian" foi feito de propósito para o filme pelo joalheiro Fred Joailler, com ouro branco, diamantes e rubis. 

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14. Foi neste filme que Hank Azaria (o da esquerda) disse a sua primeira fala de sempre num filme, aqui no papel de um detetive. (depois foi namorado da Phoebe em Friends and so on...)

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15. A frase "it happens all the time" dita pelo empregado de mesa a "Vivian" (quando ela vai jantar a um restaurante chique e deixa escorregar a coracoleta) foi também usada noutro filme pelo mesmo ator. O realizador Garry Marshall contratou-o para dizê-la no "The Princess Diaries", em 2001.

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Agora, um quarto de século depois, alguns dos atores reuniram-se para prestar homenagem ao filme. Na entrevista, emitida no programa ‘Today’ da NBC, estavam presentes os atores principais, assim como Hector Elizondo, que interpretava o diretor do hotel onde "Vivian" estava, Laura San Giacomo, a sua melhor amiga e o realizador Garry Marshall. 

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